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PSICOTERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTALPARA ADULTOS, CASAIS E ADOLESCENTES
Kelen de Bernardi Pizol - consultório: Av. Paulista - metrô Trianon Masp / São Paulo psicóloga graduada e pós-graduada pela USP, telefone: 9454-5102
A psicoterapia é um recurso para ajudá-lo a entender melhor a si mesmo, às pessoas ao seu redor e aos seus problemas e pode auxiliá-lo a encontrar maneiras de enfrentar as dificuldades e melhorar sua situação. Nesse processo, o cliente e a psicóloga examinam áreas emocionais e sociais que o estão afetando no dia-a-dia ou em situações específicas. Muitas pessoas procuram a psicoterapia porque estão preocupadas com seus relacionamentos - com a família, com amigos, com esposos, com namorados, com parentes, com vizinhos, com filhos, com irmãos, com colegas de trabalho, com companheiros de república. Isso acontece porque os relacionamentos são uma parte muito importante de nossas vidas. Essas pessoas procuram psicoterapia porque querem entender melhor seus relacionamentos, o que está dando errado neles e pensar em como melhorá-los. A psicoterapia cognitiva ou cognitiva comportamental, que é a abordagem que uso com as pessoas que me procuram, leva principalmente em conta as interpretações que cada um dá a si e aos acontecimentos para tentar entender e modificar suas emoções e seu modo de agir, esses são seus pilares centrais. O foco principal da terapia está em como os problemas (atuais ou não) interferem com sua vida diária, ajudá-lo a entender esses problemas e a desenvolver maneiras de lidar com eles. É um tipo de psicoterapia mais ativa (você não vai falar 50 minutos sem quase ouvir minha voz), onde a psicóloga pode pedir para você fazer ou pensar sobre certas coisas entre as sessões (como uma "lição de casa") ou sugerir certos comportamentos (que fazem parte das técnicas da abordagem e/ou foram demonstrados serem eficientes para determinados casos, pela literatura científica). Algumas das razões comuns para fazer psicoterapia são:
PERGUNTAS COMUNS
R. Sim, realizo orientação psicológica pela internet. Para mais informações, entre no site: http://www.psicoterapeutaonline.com.br Esse serviço se destina principalmente a executivos que têm questões pontuais e não têm tempo de ir ao consultório, para quem mora longe e gostaria de falar com um psicólogo sobre dificuldades que não necessitem de psicoterapia e para brasileiros que estão fora do Brasil (nos Estados Unidos, Japão, Europa, etc) e gostariam de falar com um psicólogo brasileiro para aconselhamento e orientação.
R. O psicólogo fez 5 anos de faculdade de psicologia, com uma formação multidisciplinar, enfocando tanto a parte humana quanto a biológica e estuda várias abordagens psicoterápicas, escolhendo uma para atuar. Além de ser psicoterapeuta, a atuação profissional do psicólogo abrange outras áreas, como o recurso humanos em empresas, a orientação vocacional e a aplicação de testes psicológicos, entre outros. O psiquiatra é um médico que fez residência em psiquiatria, que geralmente trata a pessoa através de medicamentos, que se prestam aos transtornos psiquiátricos, procurando as causas orgânicas de seu quadro. Alguns psiquiatras também fazem psicoterapia, pois eles têm algumas matérias na residência sobre isso. O psicanalista estudou psicanálise (que é uma das várias abordagens psicoterápicas que existem, cujo fundador foi Freud) em uma sociedade de psicanalistas e pode ter qualquer formação superior (pode ser um químico, um matemático, etc). O psicólogo cognitivo (que é a abordagem na qual atendo) ajuda a pessoa através de psicoterapia, onde em sessões semanais a pessoa estará trabalhando seus pensamentos , crenças e comportamentos, direcionados a um objetivo específico (por exemplo, ansiedade, dificuldades de relacionamento) ou ao auto conhecimento. Na sessão inicial o psicólogo vai saber da história da pessoa para direcionar a psicoterapia às suas dificuldades e objetivos e o psiquiatra faz o diagnóstico, para escolher a medicação e dosagem apropriados ao caso. ALGUMAS DIFICULDADES NAS QUAIS A PSICOTERAPIAPODE AJUDAR E EXEMPLOS DE CASOSAuto-estima rebaixada: dificuldade em aceitar elogios, medo de rejeição, falta de objetivos, dificuldade em dizer não a outro, não gostar de si ou de sua aparência, supõe não ser gostado por outro, pôr-se objetivos abaixo da sua capacidade.
R. Você tem pensamentos e crenças a respeito de si e dos outros que não estão ajustadas com suas reais necessidades e as necessidades das pessoas com quem você gostaria de travar uma amizade, então você acaba agindo de um modo que tem o resultado oposto do que queria. Uma saída seria detectar esses pensamentos e crenças, um a um, e pô-los em cheque, além de estar pensando nas opções para conseguir seus objetivos e em como alcançá-los.
R. É natural em uma situação como essa, de crise no casamento, você se sentir mais frágil e triste e com a estima abalada pelo motivo que seu marido expôs. Lembre que um relacionamento é como uma dança a dois, não se faz sozinho e com certeza seu marido tem sua responsabilidade na crise que estão passando. Você não precisa ser a mulher maravilha, perfeita em tudo, para ter um relacionamento satisfatório. O primeiro passo seria conversar direito com ele, ver o que se passou e buscarem juntos soluções para as coisas que levaram a isso. Se vocês não verem uma saída sozinhos, uma terapia de casal pode ajudá-los, nesse momento. Procure pensar em suas qualidades e nas coisas legais que já conseguiu e lembre-se sempre de seu valor. Procure estabelecer as suas prioridades e objetivos e se focar nessas outras coisas, além de reservar um tempo para você mesma (para fazer coisas que você gosta, como ir ao cinema ou ter um hobbie). Conversar com amiga(s) próxima(s) também pode ajudá-la. E se você achar que precisa de um espaço para pensar em tudo isso com auxílio, uma psicoterapia pode ser bem legal. Abuso sexual (decorrências): dificuldades em criar e manter relacionamentos íntimos, em confiar nos outros novamente, sentimentos de vulnerabilidade, insegurança, vergonha, culpa, depressão, ansiedade, ataques do pânico, mudanças de humor, vícios e auto mutilação (pode se cortar ou se ferir).
R. Você teve uma experiência terrível, que te trouxe seqüelas físicas e emocionais até hoje. A parte física já está sendo cuidada, e é mais difícil, mesmo, estar lidando com a parte emocional, por ter que se estar lembrando de coisas que a machucam. Seria bom, nesse momento da sua vida, você ter um espaço para estar sendo cuidada, para estar trabalhando essas questões e assim poder deixá-las onde é o lugar delas, no passado, porque hoje é como se essas coisas continuassem a acontecer dentro de você e é por isso que está tão insuportável estar vivendo e convivendo com isso. Com certeza a saída não está em se matar ou fazer algo contra si. Uma psicoterapia pode auxiliá-la e te faria bem. Tabagismo: auxílio psicológico para parar de fumar. Sigo a linha cognitiva comportamental, onde para parar de fumar vejo a parte comportamental (dando informações, trabalhando quais as deixas que o levam a fumar e o cercando para a parada propriamente dita) e concomitantemente os fatores emocionais associados (trabalhando os pensamentos e crenças ligados tanto ao fumar quanto às dificuldades emocionais que podem levar à recaída e que podem estar embutidas para o início ou continuidade do vício).Trabalho com tabagismo dentro da psicoterapia, também.
R. Seria interessante você procurar ajuda para parar com o cigarro, se já tentou parar sozinho e não conseguiu. A psicoterapia o ajudaria a redimensionar os comportamentos que estão presentes no momento que você fuma, para que o comportamento de fumar diminuísse, além do aspecto de motivação e outros aspectos emocionais que podem estar envolvidos, assim como a prepará-lo para largar o cigarro, que está com você a tanto tempo. Você também pode recorrer à medicação prescrita por um médico psiquiatra, é muito utilizada bupropiona. Timidez: dificuldades em se aproximar das pessoas e em paquerar ou começar um namoro, evitação de locais públicos ou situações sociais, vergonha, embaraçamento.
R. Para vencer a timidez é preciso, aos poucos, se expôr às situações que são difíceis para o tímido, tal como a paquera, e modificar o modo que se vê estas situações. Em uma psicoterapia (que é indicada quando a timidez está trazendo sofrimento pessoal) você pode estar descobrindo quais os motivos que o levam a ter esta dificuldade e a procurar modos de ultrapassá-la. Pessoas claras tendem a mostrar mais rubor do que as pessoas morenas, mas o problema maior do tímido não é ruborizar-se, mas sim embaraçar-se em demasia com este rubor, o que também pode ser melhorado com a psicoterapia. Muitos tímidos bebem para enfrentar situações sociais, pois relatam que conseguem se soltar bebendo, coisa que não fariam normalmente, além de terem onde pôr as mãos. Mas beber nestas situações não é recomendável, pois a bebida apenas esconde o problema (não criando uma habilidade em manejar a situação) e não se expôr a ele só o perpetua, além de beber poder levar ao vício. Conflitos entre o casal ou família: discussões freqüentes, ciúmes, questões de falta de confiança, conflitos entre pais e adolescentes.
R. Em primeiro lugar, tente conversar novamente com seu marido, expondo suas necessidades (sem acusações e de forma clara) e o modo como se sente e tente ver o que ele acha de tudo isso e da atenção que você sente falta. Caso já o tenha feito ou essa distância perdure, algo que poderia ajudá-la nesse momento seria procurar um psicólogo em sua cidade, que conversaria com você e avaliaria se é o caso de se fazer uma terapia de casal ou se uma psicoterapia individual a auxiliaria com essas questões. Questões comuns a adolescentes: podem trazer sofrimento na adolescência a ansiedade, tristeza, culpa, raiva, auto-estima baixa, dificuldades na escola, com amigos, namoro, com pais, "bulling" (ser zoado), dúvidas quanto ao futuro e ao vestibular, entre outros.
R. Acho que fazer uma psicoterapia poderia ajudá-la, sim, devido ao seu sofrimento. Independente de seu diagnóstico ser depressão ou não, nessa fase da vida pode acontecer muito sofrimento por não se conseguir ver modos de se lidar com determinadas situações ou ainda não se ter desenvolvido habilidades para fazê-lo e os pensamentos ligados à isso são de tristeza, culpa, ansiedade. Por isso, ter um auxílio de um psicólogo pode ser uma coisa legal. Fale com sua mãe. Caso seja mais adequado nesse momento à sua família que o atendimento seja gratuito, as faculdades de psicologia têm clínicas, onde os alunos atendem a população. Na primeira sessão, como você é menor, os pais ou um dos responsáveis deve vir junto. Procure não se desesperar, a saída para as dificuldades que você está passando com certeza não está em se parar de viver!
R. Procure saber o que está acontecendo com ela para ela ficar assim. Se for uma coisa que acontece sempre talvez seja bom falar com a mãe dela (dependendo do caso, um psicólogo pode ajudar sua amiga). Como amiga, dê seu apoio a ela, que é muito importante, a escutando e ajudando no que for possível. Ansiedade: pode estar relacionada com preocupações, estresse, medos ou fobias, ataques do pânico, falta de segurança, traumas (de assalto, estupro, traição, abuso). A pessoa pode se sentir oprimida, irritada, com músculos tensos, com muitos pensamentos ao mesmo tempo, nervosa, com dificuldade em se concentrar ou tomar decisões. Pode ter também algum dos quadros: ataque de pânico, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno obsessivo compulsivo, fobia social, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico, agorafobia.
R. A expressão de nojo muito acentuada pode relacionar-se ao transtorno obsessivo-compulsivo e é chamada de obsessão. Ela é um tipo de obsessão comum em quem tem este transtorno ansioso. Muitas vezes, além do pensamento de nojo, há comportamentos chamados rituais, como por exemplo lavar as mãos continuadamente, com o intuito de diminuir a ansiedade. Tem tratamento, sim, com psicoterapia cognitiva ou comportamental e/ou antidepressivos, dependendo do caso.
R. O transtorno do pânico é um tipo de transtorno ansioso. Transtorno ansioso não é a mesma coisa que transtorno do pânico, pois abarca outros transtornos, como a fobia, por exemplo . Os tratamentos mais recomendados são a psicoterapia cognitiva comportamental e antidepressivos. Existem técnicas específicas para se aprender a lidar com o transtorno do pânico, que são ensinadas na psicoterapia, além de ser importante se aprender a lidar com a ansiedade e procurar suas causas. O transtorno do pânico é uma doença crônica, ela tem um controle, mas fazendo o tratamento adequado é possível adquirir uma qualidade de vida normal. depressão: pode ser relacionada com desesperança sobre o presente e o futuro, não achar uma saída para os problemas, frustrações e decepções, entre outras coisas. A pessoa pode ter sintomas tais como uma tristeza penetrante e/ou apatia, interesse diminuído pelo trabalho, atividades sociais, amizades e/ou no cuidado consigo, motivação e energia baixos, sentimentos de inutilidade e/ou de culpa impróprios; auto-estima baixa, diminuição ou aumento no sono e no apetite; excitação sexual baixa ou ausente, fatiga, irritabilidade, episódios de choro, concentração pobre, pensamentos de suicídio.
R. Nesse caso, o ideal seria fazer um tratamento conjunto com psicoterapia (feita com um psicólogo) e medicação (prescrita por um médico psiquiatra). identidade sexual: pesquisas americanas apontam para um aumento da vulnerabilidade e isolamento entre adolescentes e jovens homossexuais, devido ao estresse social. Ele foi associado com problemas acadêmicos, prostituição, fuga de casa, uso de drogas e até mesmo suicídio nestas populações. A rejeição da família pode ser uma das causas do estresse.Além de estressores externos (como perda de emprego, violência, despejo, dificuldades com custódia de crianças, até perturbações diárias tais como piadas de mau gosto ou denominações discriminatórias), outro fator de risco à saúde mental de gays, lésbicas e bissexuais é a internalização de atitudes sociais negativas, levando a problemas de auto-imagem (desde falta de auto-confiança até ódio de si mesmo). |
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