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TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL PARA ADULTOS, CASAIS E ADOLESCENTES
     Kelen de Bernardi Pizol - psicóloga graduada e pós-graduada pela USP (1994-1998)
Av. Paulista, Jardins, São Paulo, metrô trianon-masp
Tratamento de Depressão com Terapia Cognitiva

Há diferentes tipos de depressão e diferentes causas para ela. Nem sempre a depressão é gerada por um acontecimento ruim na vida de alguém. Muitas pessoas, quando olham para trás, lembram que desde cedo já viam a vida cinzenta e se sentiam tristes, desanimadas.

Existem muitos fatores relacionados ao início e à evolução da depressão, como questões psicológicas, a história de vida, herança familiar e variáveis biológicas.

A psicoterapia leva em conta estas diferenças, mas sempre tem como objetivo mudar os pensametos negativos e comportamentos, aumentar a auto-estima e melhorar a qualidade de vida. Quanto mais deprimida uma pessoa está, mais ela tem pensamentos negativos e mais ela acredita nestes pensamentos. E quanto mais pensamentos negativos ela tem, mais ela acredita nestes pensamentos e mais deprimida ela fica. A psicóloga vai tentar ajudar o paciente a quebrar este círculo vicioso.

Quando um evento é o estopim do processo depressivo, o modelo psicológico cognitivo diz o seguinte: incidentes críticos na vida da pessoa podem ativar crenças disfuncionais e rígidas que ela criou ao longo de sua vida, através de suas experiências anteriores. Os pensamentos negativos invadem sua cabeça, sejam resultado de sua experiência atual, de lembranças de fatos do passado ou de previsões de eventos futuros e levam a outros sintomas depressivos, em vários níveis: físico (p.e., perda de sono, perda de apetite), motivacional (p.e., inércia, perda de interresse), comportamental (p.e., retraimento, agressividade, diminuição da atividade), emocional (p.e., tristeza, culpa, ansiedade) e cognitivo (p.e., diminuição da concentração, indecisão). Os pensamentos depressivos aumentam cada vez mais e tomam o lugar dos pensamentos racionais.

Nas sessões de terapia cognitiva comportamental, procura-se modificar os pensamentos negativos que levam aos sintomas da depressão, modificar comportamentos e auxiliar o paciente a desenvolver habilidades para a resolução de problemas.

Esses são alguns sintomas que aparecem em pessoas que estão deprimidas (nem todos estes sintomas precisam apresentar-se juntos, ao mesmo tempo, para se estar deprimido):

O deprimido sente-se triste e muitas vezes fica choroso. Pode passar horas deitado na cama ou sentado em um sofá. Tem pouca energia para realizar até mesmo as tarefas normais do dia-a-dia e precisa fazer um grande esforço para realizá-las. As dificuldades parecem intransponíveis, imensas. O apetite pode diminuir e o desejo sexual desaparecer. Ele tem dificuldade de concentração e por isso lembra menos das coisas e tem alterações do sono (algumas pessoas têm dificuldade para dormir e outras dormem demais). Não sente mais prazer em atividades que traziam prazer anteriormente, o interesse por essas atividades já não é mais o mesmo. É difícil levantar da cama ao acordar e continuar as coisas. Fica mais irritado do que o normal, sentindo-se ansioso, tenso. O deprimido sente-se frequentemente culpado e acredita que é fonte de decepção para outras pessoas. Também pode se sentir não querido ou amado pelos outros. Ele perde a esperança e parece que nunca mais sairá deste estado em que se encontra, parece que não há saída. Os pensamentos negativos tomam conta dele. Pensamentos de morte podem ser comuns e pode haver desejo de morrer e de suicídio. Em certos momentos, o deprimido também pode sentir um torpor emocional e perder a capacidade de reagir emocionalmente tanto às coisas boas quanto às ruins.

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Se perceberem alguns desses sintomas, a família e os amigos devem encaminhar a pessoa deprimida à psicoterapia, porque devido à pouca energia e falta de esperança característica deste quadro, muitas vezes é difícil para o deprimido até mesmo pedir ajuda.

PSICÓLOGA

Kelen de Bernardi Pizol (CRP 06/56212-8) é Especialista em Psicologia Clínica e atua como psicoterapeuta desde 1999.

É Graduada como Psicóloga pela USP (1994-1998)

É Pós-graduada em Terapia Comportamental e Cognitiva: Teoria e Aplicação, pela USP.

Também é pós-graduada em Orientação Profissional e de Carreira pelo Serviço de Orientação Profissional da USP.

É Bacharel em Psicologia pela USP.

Realizou aprimoramento em Psicologia do Trabalho no Centro de Psicologia Aplicada ao Trabalho da USP.

Tem extensa experiência com todo tipo de casos de Ansiedade, atendendo centenas de pacientes com essa demanda.

Atuou como psicóloga colaboradora no AMBAN (Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FM-USP), atendendo grupos de pacientes com transtornos de ansiedade.

Tem vivência abrangente em atendimentos direcionados à Carreira e Profissão de Executivos, Empresários, Profissionais Liberais, Pós-graduandos (Doutorado e Mestrado), Graduandos e estudantes.

Atua também com Life Coaching /Personal Coaching e Coaching Profissional.